Categorias
Como fazer um TCC Plágio no TCC

Plágio no TCC

Plágio no TCC – Os 07 tipos de Plágio no TCC que você não conhece e podem te reprovar

Olá! Eu sou o professor André Fontenelle e hoje vou te mostrar os 07 tipos de Plágio no TCC que você não conhece e que podem te reprovar no TCC.

Mas dessa vez preciso começar o vídeo de uma forma diferente, contando uma das cenas mais tristes que eu já vivi como professor universitário.

Era um dia de sábado pela manhã e estava um clima gostoso de chuva. Como de costume, a faculdade estava reservada só para as bancas de TCC.

Havia dezenas de estudantes apresentando seus trabalhos, outros alunos só assistindo as defesas e também se via muitas famílias prestigiando o momento.

Tudo corria bem! Participei de algumas bancas, com todas as emoções de praxe: Um pouco de tensão que logo se transformava em sorrisos e agradecimentos…

Eu já me preparava para a última apresentação, mas antes que eu convidasse as pessoas para entrar na sala, uma das outras duas professoras que também estavam na banca me chamou a atenção para o TCC que iríamos avaliar.

Mas não vai adiantar nada se você não tiver um tema. Então, clique na imagem abaixo e baixe totalmente grátis meu ebook que já foi baixado por 2.897 pessoas (no dia que eu estava escrevendo) e descubra como montar um tema de TCC a prova de falhas:

ebook temas para TCC.pdf

Plágio no TCC!

O aluno tinha copiado uma parte de outro artigo, mudando apenas algumas palavras. Ela estava com os dois trabalhos, não tinha como negar que ali havia um plágio gigantesco.

Fiquei com vontade de chorar quando o aluno entrou na sala!

Estava todo vestido de paletó e gravata, com alguns papéis na mão e acompanhado de alguns amigos e familiares.

Tinha até uma senhora com uma máquina fotográfica na mão, já preparada para registrar a vitória do futuro advogado.

Era muito triste saber que toda aquela expectativa iria se transformar em decepção.

Iniciamos o procedimento, conforme o protocolo. Pedimos que o aluno assinasse a ficha de frequência e preenchesse os formulários da faculdade.

Enquanto isso, eu criava coragem para dar a má notícia.

Depois de todas as formalidades obrigatórias, pedi a todos que se retirassem da sala, permanecendo só o aluno e os professores.

Só então, informei ao rapaz que nós achamos um plágio no TCC dele, que ele estava reprovado com nota zero e que ele nem poderia apresentar o seu trabalho.

Foi terrível! Ele não quis aceitar, tentou argumentar, mas nós não tínhamos como ceder.

Ele saiu da sala transtornado e deu para ouvir lá de dentro os comentários atônitos que seus acompanhantes faziam, todos sem acreditar no que estava acontecendo.

Você corre o risco de estar cometendo um plágio!

Eu não desejo isso para ninguém! Se para mim foi traumatizante, imagine como foi para aquele rapaz.

E o pior, é que hoje eu acredito que ele não teve má fé! Era um bom aluno, já tinha até sido aprovado do exame da OAB antes mesmo de terminar a faculdade.

Acho que ele tinha certeza que aquilo não era plágio, pois apresentou um recurso contra a nossa decisão e até ameaçou levar a faculdade para a justiça.

É claro que a isso não mudaria nada, pois o plágio no TCC é uma falta injustificável, além de ser comprovado documentalmente.

Tudo isso é um alerta para o seguinte fato: os estudantes não estão sendo suficientemente esclarecidos sobre o plágio!

A maior prova disso é que você ainda não conhece todos os 07 tipos de plágio no TCC. Acertei, não foi?

Então assista esse vídeo até o final e marca logo o sinal de “gostei”, pois o nosso assunto de hoje é grave e pode ser o divisor de águas entre o fracasso e a aprovação.

O que é plágio no TCC?

Plágio acadêmico é quando alguém usa em um trabalho, apresentando como se fosse sua, uma ideia, uma informação e até uma simples frase que na verdade foi produzida por outra pessoa.

Quer dizer, é o uso de conteúdo oriundo da produção intelectual de outra pessoa, sem dar a ela o crédito cabível.

É claro que todo trabalho acadêmico é baseado em textos de outros autores e você pode até copiar alguns trechos, mas isso tem que ser feito na forma de citação, ficando bem destacado quem é o autor daquelas ideias.

E não importa se você usou ou não as mesmas palavras do autor. Se você pegar um texto de outra pessoa e reescrever no seu trabalho acadêmico com suas próprias palavras, isso também é plágio!

Além disso, o plágio no TCC é crime!

Segundo o artigo 184, do Código Penal, o plágio no TCC pode levar a uma pena de até 1 (um) ano de detenção e multa.

Eu quero que você saiba que não há nenhuma regra formal para essa classificação. Eu acabei chegando a ela por conta da minha longa experiência com TCC.

Mas nem adianta se alegrar, por que o plágio não precisa de regras para sua caracterização, pois ele é verificado meramente pela comparação de dois textos.

Dito isso, vamos finalmente conhecer os 07 tipos de plagio no TCC!

ebook temas para TCC.pdf

Plágio Clássico

A primeira e mais comum forma de plágio no TCC é quando alguém simplesmente copia e cola um texto, ou uma parte de texto, escrito por outra pessoa.

É aquela cópia idêntica, sem mudar nenhuma palavra!

Talvez esse nem seja o tipo de plágio mais comum, mas com certeza é o mais fácil de ser identificado, já que existem diversos programas até gratuitos para fazer essa varredura.

E o jeito de evitar também é o mais fácil. Basta você fazer uma citação direta ou indireta, informando o autor verdadeiro no texto e nas referências bibliográficas.

Plágio de Dados

[sociallocker id=”14209″]
O segundo tipo de plágio no TCC é um dos mais traiçoeiros, por que ele não parece ser uma cópia.

Trata-se do uso de qualquer tipo de dados, sejam números, tais como estatísticas, números populacionais, índices econômicos e até fatos históricos, enfim, qualquer informação que você sabe, mas que não tenha sido levantada por você.

Isso é muito perigoso, por dois motivos:

Primeiro, por que as vezes a informação é tão evidente, que você naturalmente acaba tomando como verdade e se esquece de buscar a fonte.

Segundo, por que esses dados quase nunca são denunciados pelos programas de plágio, já que não se trata de cópia integral de um texto, mas do uso de uma informação de terceiros.

Por exemplo, uma vez, um dos meus orientandos escreveu 48 vezes no trabalho a expressão “golpe de 64” .

Aí eu perguntei se ele era vivo nessa época ou se tinha entrevistado alguém para saber dessa informação.

Ele disse que não, mas que todos os livros citavam que em 1964 havia ocorrido um golpe militar no Brasil.

É claro que a esmagadora maioria da doutrina reconhece que ocorreu um golpe militar em 1964, mas o estudante tem que escrever no trabalho de onde copiou essa informação, para evitar o risco de cair no plágio.

Plágio de Redundância

O terceiro tipo de plágio é o plágio de redundância. Ele acontece quando o estudante escreve vários parágrafos seguidos com várias citações do mesmo autor.

Isso é horrível, pois denuncia que o trabalho é superficial, pois está baseado em uma ou em poucas fontes.

Além disso, mostra que o estudante não está fazendo qualquer tipo de crítica ou comparação entre as informações.

Mesmo fazendo a citação formal do texto copiado, fica evidente que o estudante não fez uma pesquisa, mas apenas um resumo de outro texto, o que se caracteriza, também, como plágio.

A solução aqui é simples. Bote os autores para conversar. Faça citações alternadas entre as opiniões de vários autores, colocando sempre a suas próprias observações entre as citações.

Plágio de Preenchimento

O plágio de preenchimento é quando alguém faz longas citações da mesma fonte tomando páginas e páginas do trabalho.

Isso faz com que a diversidade de autores citados diminua, mesmo aumentando a proporção de citações, em relação ao texto escrito pelo próprio estudante.

Aqui nós temos de lembrar das 02 regras de ouro do referências teórico.

Primeiro, você tem que citar algo para tudo o que escreve e deve escrever algo para tudo o que cita.

Segundo, no máximo 30% de tudo que você escreve pode ser de citações, o resto tem que sair da sua cabeça para o texto.

Então, não adiantar querer “encher linguiça”, pois os avaliadores vão notar que você está plagiando.

Procure variar ao máximo possível as fontes de pesquisa, evite citações longas e, principalmente, faça observações dobre todo o conteúdo das citações que você fizer.

Se uma citação estiver longa e você for comentar apenas uma parte dela, corte a citação, deixando no trabalho apenas a parte importante.

Plágio de Citação

Esse plágio é mais difícil de ser identificado, por que aparentemente, não há cópia. Porém, dependendo de quem seja o seu avaliador, pode ser que ele note na hora.

O plágio de citação ocorre quando alguém fez várias citações em seu trabalho acadêmico, depois de ter copiado todas elas de um único autor.

Por exemplo, o autor “X” fez um artigo e nele citou os autores “A”, “B” e “C”. Aí você leu esse artigo aí fez o seu TCC e copiou as citações de “X”.

Quer dizer, você citou os autores “A”, “B” e “C” no seu TCC, como se tivesse lido os textos deles, mas, na verdade, você só leu o artigo do autor “X”.

Esse tipo de plágio denuncia que você não está fazendo uma pesquisa, mas copiando a pesquisa de alguém.

Perceba, que no exemplo que eu dei, a principal fonte de pesquisa foi o autor “X”, mas só apareceram nas referencias os autores “A”, “B” e “C”. Então, o autor “X” foi plagiado!

Como eu disse, é muito difícil identificar esse tipo de plágio no TCC. Mas se um dos avaliadores for especialista no assunto do seu TCC e conhecer a obra do autor “X”, é bem possível que ele descubra esse plágio.

Esse tipo de plágio também é desmascarado quando os autores citados são muito antigos ou quando são estrangeiros e fica evidente que o estudante não teve acesso aos textos originais.

Como evitar o plágio no TCC

A solução é muito simples. Se você precisa fazer uma citação de algo que alguém já citou, a dica é usar o “apud” e fazer uma citação de citação.

Além disso, se você realmente fez uma citação de alguma texto raro no seu TCC, recomendo que leve no dia da banca o seu exemplar da obra, para evitar qualquer dúvida de que foi você mesmo quem fez a pesquisa.

Autoplágio

Sem dúvida esse é o tipo de plágio mais polêmico. Autoplágio é quando você escreve no seu TCC exatamente o mesmo texto que você mesmo já escreveu em outro trabalho, sem citar a si próprio.

É um tipo de plágio mais comum na pós-graduação, quando o estudante está fazendo um TCC como uma continuidade de outra pesquisa anterior de sua própria autoria.

A polêmica reside no fato de que não seria possível alguém furtar algo de si próprio.

De fato, o autoplágio não significa necessariamente o ato ilícito de tomar para si a obra de alguém, mas o caráter ético pode é questionável, quando lembramos que o TCC deve ser uma pesquisa inédita.

De qualquer modo, a dica aqui é evitar fazer seu TCC olhando ou escrevendo por cima de outro trabalho que você já tenha feito.

Fazendo isso, dificilmente será repetido de forma idêntica um texto que você escreveu tempos atrás!

Plágio não textual

A última espécie é o plágio não textual. Ele acontece quando o aluno usa algum elemento visual, como gráficos, ilustrações, tabelas e quadros que foram produzidos por outras pessoas, mas não indica a fonte.

Se você usar qualquer um desses elementos, deverá informar logo abaixo deles a fonte de onde você tirou aquilo.

Você tem que informar a fonte até mesmo quando você mesmo tenha feito o gráfico, tabela, ilustração ou quadro.

ebook temas para TCC.pdf
[/sociallocker]

Conclusão

Bom, agora você já conhece todos os tipos de plágio possíveis e tenho certeza que poderá escrever o seu TCC de forma muito mais segura!

Perceba que as dicas para fugir do plágio no TCC são bem simples de entender e fáceis de aplicar.

Eu tenho certeza que agora você não corre mais o risco de passar pela decepção que de reprovar o TCC por um descuido!

Me diz aí nos comentários se você estava comentando algum tipo de plágio no TCC sem saber e o que você acha dessa questão.

E não deixa de se inscrever aqui no canal e nem de compartilhar esse vídeo nas suas redes sociais!

Um abraço e até breve!

Veja o vídeo: https://youtu.be/LJ2N4w5NWrkSaiba como escrever os capítulos do seu TCC: Referencial Teórico

Categorias
Como fazer um TCC Fundamentação teórica

Como Fazer Referencial Teórico – Guia Completo e Prático

Como Fazer Referencial Teórico – Guia Completo e Prático

O Referencial Teórico (ou fundamentação teórica) é a parte do artigo científico ou da monografia que mais provoca transtornos. É nele que estão os erros, omissões e plágios que tanto maltratam quem não sabe como fazer um TCC.

O tempo é limitado e as pessoas não conseguem manter o foco por que não sabem o que escrever. Por isso, infelizmente é nessa fase que muitas pessoas desistem de fazer seus trabalhos acadêmicos.

Mas, calma! O que poucos sabem é que quando o assunto é pesquisa científica, existe método para tudo! Se você está passando por essa dificuldade, eu vou salvar você!

Duvida? Então leia esse artigo até o final e aprenda os melhores métodos para escrever seu referencial teórico com eficiência e rapidez. Vamos abordar os seguintes pontos:

[toc]

Além disso, vou tirar todas as suas dúvidas. Para isso, basta você perguntar no formulário de comentários, que está abaixo do texto. Aproveite e compartilhe com seus amigos… isso é muito importante para mim e para o blog!

Então vamos lá!
ebook temas para TCC.pdf

1. O que é referencial teórico e o que é fundamentação teórica

A primeira coisa que você deve saber é que as duas expressões significam exatamente a mesma coisa!

As normas ABNT não definem exatamente essa nomenclatura, então cada faculdade resolve aplicar a que achar mais conveniente.

Você também pode encontrar o mesmo significado nas expressões “revisão bibliográfica”, “revisão de literatura” e “abordagem teórica”. Vou usá-las nesse texto, para não ficar repetindo o termo referencial teórico o tempo todo.

Então, tanto uma como as outras dessas expressões se referem ao embasamento teórico da sua pesquisa. Rigorosamente, tudo o que você escrever deverá ser fundamentado em alguma teoria já existente.

Você não pode inventar!

Em outras palavras, referencial teórico é o conjunto de conhecimentos relativos à teoria sobre os diversos elementos contidos no seu tema, que você simplesmente vai copiar de outros autores, organizar, descrever e inserir no seu texto.

O que é Referencial Teórico
O que é Referencial Teórico

Mas, se você não deve dizer suas próprias opiniões na parte das referências, onde é que se faz isso? E onde é que fica mesmo a parte de embasamento teórico?

Para responder a essas questões, você precisa conhecer a estrutura de um TCC.

Estrutura

De modo geral, o Trabalho de Conclusão de Curso é dividido em elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

A parte pré-textual serve para identificar o autor e a pesquisa, como capa, resumo sumário, etc. A parte pós-textual serve de apoio à parte textual (bibliografia, anexos, apêndices, etc.).

Já a parte textual é a que contém a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. E é no desenvolvimento que fica o referencial teórico.

O desenvolvimento deve conter, obrigatoriamente, a abordagem teórica e a análise dos resultados.

Porém, dependendo do tipo de pesquisa, haverá também, a pesquisa empírica, que pode ser um estudo de caso, por exemplo.

O desenvolvimento também deve conter a metodologia científica utilizada, exceto nos artigos científicos, onde ela aparece normalmente apenas na introdução.

Fundamentação Teórica
Fundamentação Teórica

Localização do Referencial Teórico no Desenvolvimento

Dependendo da faculdade, pode ser um capítulo específico ou não. Como não existem normas ABNT obrigatórias para isso, cada instituição organiza da sua maneira.

Por isso, é comum que a revisão bibliográfica não apareça no sumário como um capítulo específico. Mas isso você só consegue descobrir na sua própria faculdade.

Se sua faculdade exige um capítulo específico para o referencial teórico, o ideal é dividir os assuntos em subtítulos. Caso contrário, você deve criar pelo menos 02 capítulos de revisão de literatura.

Mas, como definir quais serão os capítulos ou subtítulos do seu referencial teórico?

Para isso, eu recomendo que você quebre seu tema em pelo menos 03 partes. No artigo sobre temas para TCC (acesse) eu mostrei para você o método que ajuda você a fazer essa escolha.

ebook temas para TCC.pdf

Nele eu mostrei que você deve encontrar em primeiro lugar, um assunto central. Depois, um ponto de vista sobre o assunto. E, por fim, uma palavra que represente a relação entre o assunto e o ponto de vista.

Então, o assunto deve ser o primeiro objetivo específico e, consequentemente, o primeiro capítulo. O ponto de vista será o segundo objetivo específico e também o segundo capítulo. Esses dois capítulos serão o seu referencial teórico.

A relação entre o assunto e o ponto de vista será o terceiro objetivo específico, ou seja, o terceiro capítulo. Isso é o que se denomina “análise dos resultados”. É nessa parte do trabalho que você pode mostrar suas posições sobre o conceitos pesquisados.

Embasamento Teórico
Embasamento Teórico

Citações diretas e indiretas

No tópico anterior eu disse que você simplesmente deve copiar o texto de outros autores, organizar, descrever e inserir no seu texto.

Você não leu errado, estou mandando copiar os textos de outros autores! Mas isso não é plágio?

Depende! Se você copia o texto de alguém e coloca na sua pesquisa como se fosse seu, isso é plágio. Porém, se você copia o texto de alguém e insere no seu texto, identificando quem escreveu, isso é uma citação!

A pesquisa bibliográfica deve ser 100% embasada em citações. Mesmo assim, você não vai fazer o referencial teórico só com elas.

É necessário que a maior parte do texto seja sua!

O segredo aqui é o fato de que você não vai criar nenhum conhecimento teórico, apenas comentar outras pessoas desenvolveram.

Nessa parte do trabalho, você não deve apresentar sua opinião de forma direta.

O correto é fazer uma redação descritiva. Deixe suas considerações para o terceiro capítulo, quando for analisar os resultados da pesquisa bibliográfica.

É para isso que serve o texto citado de outros autores.

Conceito e tipos

Elas estão regulamentadas pela ABNT NBR 10.520 (acesse aqui), Norma Brasileira aprovada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Citação é a “menção de uma informação extraída de outra fonte”, nos termos da NBR 10.520 (ABNT, 2002, p. 1). Elas podem ser classificadas de 02 formas:

Quanto à maneira de apresentar a informação;

Quanto ao tamanho e localização.

Quanto à maneira de apresentar a informação

Citação direta é quando você copia uma parte do texto de alguém e transcreve para o seu. Nesse caso você cita as mesmas e exatas palavras.

Citação indireta é quando você copia uma parte do texto de alguém, mas transcreve para o seu usando palavras diferentes.

Citação de Citação é quando você transcreve um texto que foi citado por alguém. Nesse caso, você não teve acesso ao texto do autor original, apenas de quem já o transcreveu.

Quanto ao tamanho e localização

As curtas são aquelas de até 03 linhas. Elas devem estar inseridas no texto, dentro dos parágrafos, delimitados com aspas duplas.

Já as longas são aquelas com mais de 03 linhas. Elas devem ficar em parágrafo próprio, com recuo de 4 cm da margem esquerda, em letras menores e sem aspas.

Independentemente dos tipos que aparecerem no seu referencial teórico, saiba que você deverá informar, entre parênteses:

1 – O último sobrenome do autor ou o nome da instituição responsável pelo texto em letras maiúsculas;

2 – O ano da publicação, e;

3 – O número da página da publicação em que está o texto citado.

Como exemplo, você pode observar como eu apresentei o conceito, por meio de uma citação direta curta.

Citação Direta, Indireta, Curta e Longa
Citação Direta, Indireta, Curta e Longa

Quantos textos citados devem ser utilizados?

O ideal, segundo minha experiência, é escrever 08 (oito) linhas de texto para cada 02 (duas) linhas de texto citado. No máximo 03 (três) linhas com elas para cada 07 (sete) de texto autoral.

Com menos de 20% (vinte por cento) de delas, é possível que a qualidade teórica do texto fique baixa.

Não deixe que seu texto fique baseado em “achismos”, pois isso fará surgir inúmeras perguntas dos avaliadores na sua apresentação. Nesse caso, mesmo que você saiba responder, com certeza a nota será mais baixa, por que o texto estará omisso.

Por outro lado, com mais de 30% (trinta por cento) delas, os avaliadores podem achar seu texto muito ralo. Isso é o pior que pode acontecer, a banca vai pensar que você foi preguiçoso e fez o trabalho incompleto.

Revisão bibliográfica
Revisão bibliográfica

Nesse sentido, é recomendável que cada uma contenha uma ideia apenas, algo entre 02 e 04 linhas. Evite citações longas, com várias ideias misturadas no mesmo texto.

Vou me basear nas medidas de um artigo científico, que é a modalidade de trabalho acadêmico mais comum do momento.

Mas você pode aplicar todos os números que vou mencionar para uma monografia. Para isso, multiplique as métricas que vou passar por 05.

Aplicação do padrão 20-80

Provavelmente, seu TCC terá mais ou menos 07 páginas de teoria. Além disso, cada uma delas poderá terá mais ou menos 30 linhas. Isso representará um referencial com aproximadamente 210 linhas.

Considerando um percentual entre 20% e 30%, deve haver entre 42 e 63 linhas citadas no seu texto. Isso representa algo em torno de 10 a 31 delas, dependendo do tamanho delas.

É uma margem confortável para você controlar!

Pessoalmente, gosto de trabalhar com 15, numa média de 03 linhas citadas, para a parte de referências sobre teoria. Assim é possível ficar bem próximo do “padrão 20-80”: 20% com elas e 80% de texto autoral.

Você deve ter se assustado com tantos números, mas mantenha a calma!

Nada disso está entre as regras da ABNT. Portanto, nenhum avaliador vai contar quantas delas seu trabalho tem. Busque apenas encontrar um equilíbrio perto desses parâmetros!

Quando começar a procurar

Depois de delimitar o tema e elaborar o projeto de pesquisa ou a introdução, o passo seguinte é o referencial teórico.

ebook temas para TCC.pdf

É fundamental que você só comece a buscar material depois de ter definido o objetivo geral e, principalmente, os específicos. Sem esse cuidado, você simplesmente não vai saber o que procurar.

Não saber exatamente o que está procurando é a principal causa de insucesso no TCC. Quem cai nessa armadilha acaba trabalhando dobrado, triplicado.

Desse jeito você iria ler um monte de coisa inútil, escrever várias páginas e depois perceber que aquilo não serve. Depois iria ter que fazer o trabalho quase inteiro mais uma vez, e outra, e mais outra. Não preciso nem explicar por que tanta gente desiste, não é?

Então, com cada objetivo à mão, você vai apenas ler e fazer o fichamento dos textos mais importantes que achar. Aqui no blog há um artigo sobre como fazer um fichamento (acesse aqui), mas, já digo para você simplesmente anotar:

O trecho de texto que você achou interessante;

O nome completo do autor;

O título da obra;

A editora;

O ano de publicação;

A cidade onde foi publicado;

Seus comentários sobre aquele trecho.

Faça pelo menos 08 ou 10 fichamentos de outros autores para cada objetivo específico. Sempre sugiro que meus orientandos procurem mais do que isso, para que depois possam escolher algumas para eliminar.

Afinal, é melhor sobrar do que faltar, não é? É importante ter sobras, por que na fundamentação você terá de explicar o máximo de detalhes sobre o assunto. E terá de fazer isso sem tirar nada da sua cabeça, só das citações!

Certo, mas onde encontrar esses conteúdos para fichamento?

Como encontrar material de pesquisa

[sociallocker id=”14164″]
Lembre que está fazendo uma pesquisa de caráter científico. Então jamais utilize enciclopédias abertas, como o wikipedia. Fuja de blogs e artigos de opinião ou qualquer fonte de caráter não científico.

Não estou querendo dizer que essas fontes não tem qualidade. Elas tem sim, inclusive, estou escrevendo num blog, não é mesmo?

O problema é que não há garantia nenhuma de que os conhecimentos que você encontrar assim terão caráter científico. O conhecimento pode ter várias naturezas e a ciência é apenas uma delas.

Esse artigo que você está lendo, por exemplo, é técnico e não científico. Veja que informalmente estou te passando um tutorial, muito mais baseado na minha própria experiência do que em teorias.

Sendo assim, as principais fontes teóricas que você deverá utilizar são os livros, os artigos científicos e documentos.

Artigos Científicos, Livros e Documentos
Artigos Científicos, Livros e Documentos

Livros

A primeira fonte que você deve procurar são os livros.

Se você está fazendo TCC na graduação ou na especialização, certamente há livros sobre os seus objetivos específicos. Se não houver, considere rever seu tema por que deve haver algo de muito errado com ele.

ebook temas para TCC.pdf

Normalmente, os livros são didáticos, ou seja, não tem muito compromisso científico, mas didático.

Quer dizer, os livros normalmente são escritos por doutrinadores que já pesquisaram muito no passado. Esses autores se tornaram autoridades e agora escreveram os livros para ensinar o conhecimento que acumularam.

Por isso, os livros trazem o conhecimento mais seguro e mais bem explicado, porém mais genérico e mais antigo. Então, nos livros você vai procurar as informações mais básicas para descrever os conceitos sobre seus assuntos.

Eu recomendo que você comece seu fichamento com os 03 livros dos autores mais tradicionais da área. Leia apenas os capítulos que falem sobre seu tema e separe as partes mais interessantes.

Se você não sabe quem são esses autores, pergunte ao seu orientador!

Depois disso, você pode procurar autores mais específicos, que tenham escritos dedicados a um assunto apenas. Nem sempre existe uma bibliografia específica sobre o assunto do seu tema, mas vale procurar.

Artigos Científicos

Artigos científicos são as pesquisas que representam o conhecimento científico mais atual sobre um assunto.

São textos escritos por autores normalmente pouco conhecidos, provavelmente outros estudantes como você. Mas também autores que estão no auge de sua produção intelectual, em busca do reconhecimento acadêmico.

Desse modo, se você souber procurar bem, possivelmente encontrará materiais de excelente qualidade.

Sempre sugiro aos meus orientados que selecionem pelo menos 10 artigos científicos para embasar seu referencial teórico.

Outra dica, é olhar as referências desses artigos. Normalmente é comum garimpar outras fontes muito boas.

Mas onde procurar bons artigos científicos?

Uma boa opção é o Google Acadêmico (acesse aqui).

A dica aqui é você não procurar pelo tema completo. Quebre seu tema em palavras-chaves.

É provável que você ache um trabalho com um tema diferente, mas relacionado ao seu assunto ou ponto de vista. Assim, é possível que você encontre boas indicações teóricas.

Documentos

Documento é qualquer texto, tabela ou até fotografia que contenha algum dado sobre fato ou acontecimento relevante para a pesquisa. É importante considerar que o documento não tem caráter científico, sendo essa característica que diferencia a pesquisa documento da bibliográfica.

Você não precisa usar documentos na sua pesquisa, mas às vezes é necessário, especialmente nos estudos de caso.

Também, na área jurídica, a pesquisa documental é quase uma regra, visto que você vai precisar citar as normas aplicáveis.

Ainda, poderão ser citados relatórios financeiros ou contábeis, estatísticas, tabelas, papéis oficiais e até jornais ou revistas.

O importante, nesse caso, é identificar o autor do documento, para viabilizar o referencial teórico.

3. Como fazer Referencial Teórico

Após pesquisar o tema, fazer seu fichamento e já dispor de algumas citações, chegará o momento de escrever.

Mas para isso você vai precisar de um planejamento. Não adianta começar sem um roteiro, pois você vai acabar perdendo tempo com parágrafos inteiros que depois irá descartar.

Método para escrever rápido e com eficiência

Você pode usar o método que aplico aqui do blog. Com ele, consigo escrever artigos inteiros, com 15 a 20 páginas, em apenas uma semana.

Resumidamente, você deve fazer o seguinte:

Definir tópicos para serem subtítulos do texto;

Pesquisar textos citados sobre esses tópicos;

Escrever as citações em ordem lógica;

Preencher os espaços vazios com comentários sobre elas.

Definir previamente os tópicos do seu texto vai diminuir violentamente o tempo de trabalho. Assim você só vai procurar o que precisar e quando for escrever, já saberá o que precisa ser dito.

Desse jeito fica muito fácil e rápido, por que você não vai precisar inventar nada, apenas copiar e comentar.

Fundamentação Teórica – Como fazer um artigo

Para fazer isso, pegue o seu objetivo específico e quebre ele em partes. Suponha que um de seus objetivos específicos seja assim:

“Descrever os aspectos éticos do profissional de contabilidade”.

Dividindo esse texto em partes você encontrará “ética”, “profissional” e “contabilidade”. Depois, é só criar perguntas básicas sobre essas três palavras, como essas;

O que é contabilidade?

Como surgiu e se desenvolveu a contabilidade?

Quem é esse profissional?

O que ele faz?

Para que serve o contador?

O que é ética?

Qual a história do desenvolvimento da ética?

Existe classificação para a ética? Qual?

Quais as características da ética?

A ética se relaciona com quais coisas e de que forma?

Como a ética se revela na contabilidade?

Quais são as infrações éticas na contabilidade?

O que acontece quando o profissional de contabilidade não é ético?

Ufa, tive de parar de criar perguntas para o texto não ficar ainda maior! Você viu como é fácil encontrar uma fartura de conteúdos para um capítulo?

Como fazer Referencial Teórico
Como fazer Referencial Teórico

Pronto, agora basta transformar cada perguntas dessas perguntas em tópicos, depois pesquisar sobre elas. Você vai se assustar quando perceber a velocidade de sua produção textual!

Mas agora você já vai ter que se vigiar para não escrever demais! Tome cuidado para não ser repetitivo ou prolixo demais!

Métricas

Vou te dar um conselho: use frases com até 20 palavras e parágrafos de até 04 linhas. Isso não é uma regra, portanto não se trata de uma obrigação. Cada tópico (subtítulo do seu capítulo) deve ter no máximo 300 palavras.

Mas esse exercício vai fazer você escrever de forma mais objetiva e garantir uma leitura mais agradável para o seu leitor.

Saiba que além de um bom conteúdo, a principal missão de um parágrafo é instigar o leitor a continuar lendo. Você percebeu que estou fazendo essa contagem nesse texto?

Marco Teórico
Marco Teórico

4. Modelo de Referencial Teórico

Então que tal ver um exemplo de referencial teórico, passo a passo? Vou desenvolver a seguir um modelo para você, organizando as etapas por parágrafos.

Mas não se prenda a eles. Você pode modificar a ordem, inserir ou retirar algum deles. Em suma, aproveite o modelo, mas fique a vontade!

Primeiro Parágrafo

No primeiro parágrafo, você deve fazer uma mini introdução sobre o assunto do capítulo. Uma boa pedida é iniciar com uma apresentação do assunto, com uma definição, por exemplo.

Segundo Parágrafo

Depois, no segundo parágrafo, você pode falar um pouco mais sobre a identificação do assunto. Você pode usar uma citação indireta curta, aquela em que se reescreve o que leu. Mas nesse caso faça ela com até três linhas e dentro do parágrafo.

Terceiro e Quarto Parágrafos

Na continuação, é só emendar com um comentário sobre o conteúdo citado.
Você simplesmente vai usar suas palavras e falar o que entende sobre o conteúdo citado. Você pode concordar, discordar, complementar, sistematizar, concluir, enfim, o seu papel é decodificar aquela informação para o leitor.
Mas lembre-se das duas regras fundamentais:

Você só escreve sobre o que está citado;

Você só cita aquilo que precisará comentar.

Quer dizer, você até pode interpretar a referência citada de forma extensiva, especulando o que mais poderia significar aquilo. Porém, você não deve inserir novas ideias não relacionadas com o texto citado.

Quinto Parágrafo

Então já é hora de outro texto citado. Que tal usar um autor diferente? Ela pode indicar o histórico do assunto, suas características gerais ou outros elementos que demonstrem sua importância.
Mas como o texto ainda está muito preliminar, ainda recomendo que seja outra curta. Deixe para usar as longas quando o texto estiver exigindo ideias mais profundas, merecendo esse destaque.

Sexto, Sétimo e Oitavo Parágrafos

Já que você trouxe outro texto citado, terá de comentá-la. Mas perceba que agora você já tem a opinião de dois autores. Será que não dá para também relacionar o que eles disseram?

Então você vai primeiro explicar com suas palavras o que o autor disse. Em seguida, você vai fazer uma comparação entre os dois pontos de vista, apontando concordâncias ou diferenças entre eles.

Nono, Décimo-Segundo e Décimo-Quinto Parágrafo

Agora é o momento de aprofundar o texto. Quais são as características específicas do assunto, suas peculiaridades?

Escreva com suas palavras uma ou algumas dessas características. Se forem várias (provavelmente serão pelo menos 03), faça um parágrafo para cada uma.

Décimo e Décimo-Primeiro, Décimo-Terceiro e Décimo-Quarto e Décimo-Sexto e Décimo-Sétimo Parágrafo

Percebe que você fez um parágrafo com comentários sobre algo que ainda não estava embasado em nenhuma fonte externa? Então você agora tem a obrigação de citar algo sobre aquilo que foi dito.

Se você não fizer isso, seu texto correrá enorme risco de perder o caráter científico, transformando-se numa redação simples.

Como houve um aprofundamento sobre o assunto, com as características específicas, a pedida agora é uma citação direta longa. Pode usar uma bem longa aqui, com umas 08 a 10 linhas. Aproveite bem, pois você só poderá fazer isso uma vez por capítulo, no máximo.

Quer dizer, você vai inserir um texto citado, copiando exatamente o que o autor escreveu. Mas você vai fazer isso com pelo menos 04 linhas transcritas. Além disso, faça um parágrafo próprio, com recuo de 4cm, fonte menor e sem aspas.

Por oportuno, saiba que apenas exemplifiquei a descrição das características específicas do assunto, nos parágrafos anteriores. Esses conteúdos são muito importantes para o resultado final da pesquisa e seu assunto deve ter várias deles.

Você pode fazer quantos parágrafos você quiser, sempre citando e comentando, mas explique exaustivamente todas as características do seu assunto.

Décimo-Oitavo Parágrafo

Certo, você já fez seus comentários e já inseriu o texto citado de outro autor. Mas aqui vai outra dica: nunca encerre um raciocínio com um texto citado. Quero dizer que mesmo que você já tenha comentado sobre ela, mesmo assim você ainda vai ter que escrever alguma coisa.

Faça um fechamento sobre aquela ideia. Você pode tirar uma conclusão ou até mesmo fazer uma síntese. Que tal?

Décimo-Nono Parágrafo

Nesse ponto, você já apresentou o tema, a definição, o histórico e as características. Você demonstrou como a essência do assunto é importante para resolver o problema. Depois aprofundou a descrição, mostrando as características mais específicas.

Desse modo, já é possível aprofundar mais um pouco.

Existe algum aspecto relativo ao seu assunto, que tem algum ponto de aderência com o problema, tenho certeza! Pode ser um defeito, uma aplicação prática, suas consequências ou qualquer outro aspecto.

Seja qual for, use-o! Faça comentários sobre esse ponto.

Mas, cuidado! Ainda não é o momento de analisar os resultados, tirar conclusões para o trabalho. O que você precisa é preparar uma transição para o próximo capítulo.

Vigésimo Parágrafo

Mais uma vez, venho te lembrar que se você fez algum comentário, deve também inserir um texto citado sobre ele.

Faça, então, nessa parte do texto, uma citação direta longa sobre o o conteúdo do parágrafo anterior. Mas não use uma muito longa, utilize no máximo 04 ou 05 linhas.

Vigésimo-Primeiro Parágrafo

De novo! Não encerre uma ideia com um texto citado! Nesse caso, como a finalidade é fazer uma transição, recomendo que você nem fale tudo sobre o conteúdo dela. Faça uma chamada de atenção para o artigo seguinte!

Explique alguma coisa mais evidente, mas deixe no ar que ainda falta um algo mais. Algo que o leitor só conseguirá compreender mais para frente do texto, o chamado “pulo do gato”!

Você entende o que estou propondo? Deixe um mistério no ar! Assim o leitor inconscientemente sentirá a necessidade de continuar lendo.

Isso vai fazer seu assunto ficar mais interessante e passará a impressão de que ele é ainda mais importante do que realmente é.

Vigésimo-Segundo Parágrafo

Seu capítulo pode já estar ficando extenso, afinal já terá em média 22 parágrafos, algo entre 66 e 88 linhas, ou 03 páginas, mais ou menos. É hora de partir para o embasamento sobre o ponto de vista, contido no segundo objetivo específico do seu trabalho!

Para fechar esse capítulo, recomendo que você faça um parágrafo com algumas poucas frases. Faça uma síntese do que já foi dito e mostre como vai ser importante relacionar isso com o outro assunto, do capítulo seguinte.

ebook temas para TCC.pdf
[/sociallocker]

Conclusão

Parabéns! Se você leu até aqui, certamente está entre os 5% de pessoas que sabem como fazer um artigo ou monografia em altíssimo nível.

Nesse artigo você teve acesso aos melhores métodos para fazer o referencial teórico da sua pesquisa com rapidez e eficiência.

Agora você precisa colocar todas as dicas e recomendações em prática. Se fizer isso, tenho certeza que seu trabalho será aprovado com uma excelente nota.

Mesmo assim, se você ainda tiver alguma dúvida… Reitero o convite para você deixar um comentário, logo ali abaixo do texto.

Além disso, peço a você que compartilhe esse artigo. Eu fiz com muita atenção a você e sugiro que você tenha a mesma atitude com as outras pessoas.

Lembre-se: compartilhar é se importar com os outros!

Em breve postarei um novo artigo como esse. Se você cadastrar seu e-mail no blog, receberá um aviso por e-mail assim que eu tiver novidades.

Então, receba meu abraço e um até breve!

Professor André Fontenelle